Pesquisar este blog
domingo, 6 de março de 2011
A SEGURANÇA PRIVADA EM GRANDES EVENTOS - EM BREVE NOVIDADES PARA O SETOR.
Senhores e Senhoras!
Dias atrás mandei a mensagem abaixo.
Após participar da reunião com a FIFA e a SENASP, bem como palestrar no Seminário na Embaixada Britânica, conseguimos alinhar as primeiras diretrizes para atuação da segurança privada na Copa 2014.
A segurança no complexo do estádio (INTRAMUROS) será operacionalizada e executada pela segurança privada, desde o controle de acesso ao pátio, circulação do público nas tendas dos patrocinadores, acesso à arena (catracas), segurança e separação das torcidas nas arquibancadas e segurança do gramado.
A PM reforçará a segurança pública nos arredores do estádio.
Dentro do estádio haverá a presença de órgãos públicos como garantidores da lei e da ordem: juizados especiais (Judiciário, Ministério Público, Polícia Judiciária –civil e federal), saúde (postos e ambulâncias), bombeiros, PM e outros. O papel da PM é de stand-by, localizada em quiosques no pátio, atrás das catracas e em salas com acesso às arquibancadas; intervém mediante demanda em caso de grave perturbação da ordem ou crime, reafirmando o papel de órgão garantidor da segurança física.
Nesse modelo, cabe lembrar que as conseqüências por danos ao patrimônio e a pessoas, seja este material ou moral, recai sobre a responsabilidade da FIFA e da empresa contratada, excetuados os casos de intervenção de órgão público.
Um circuito de imagens será instalado tanto no complexo do estádio, quanto no círculo de reforço na via pública ao redor do estádio. A sala de monitoramento ficará em local de comandamento visual de todo o complexo, onde ficarão o comando da PM e os gestores de segurança privada.
A capacitação dos vigilantes, supervisores e gestores será regulada pela PF e os primeiros profissionais a serem formados será a partir de julho de 2012, por causa dos dois anos da validade da reciclagem, considerando que a Copa será em junho de 2014.
Os PM’s com conhecimento específico na área, até pela experiência angariada ao longo da atuação, serão valiosos como instrutores para os cursos de segurança privada.
O quantitativo de vigilantes será fixado pelo plano de segurança de cada estádio, elaborado pela empresa contratada, seguindo critérios legais, da FIFA, da PM e outros órgãos que poderão opinar.
O número de vigilantes a ser capacitado (curso de aperfeiçoamento de segurança em grandes eventos) é estimado em 50 mil, não significando que todos serão empregados nos estádios. Porém, haverá emprego em hotéis, concentrações, transporte de valores e cargas das equipes, segurança vip, etc.
Vide anexo os slides apresentados no seminário.
Lembro que estas são tratativas iniciais, podendo haver mudanças e, certamente, avanços.
Adiantando alguma doutrina que estamos rascunhando, que se transformará em regras de Portaria:
• Os espetáculos em recintos desportivos dependerão de um plano de segurança que inclua vigilantes, no caso de eventos da FIFA nominados assistentes de ordem, no âmbito da segurança privada; (assistente de ordem é um vigilante de segurança privada, especificamente formado com o objetivo de garantir a segurança e o conforto dos espectadores nos recintos desportivos. Serão fixados as funções, tarefas, deveres, formação, equipamentos, uniformes, etc);
• A responsabilidade da segurança do evento fica a cargo do promotor do espetáculo e deve recorrer a pessoal devidamente treinado, qualificado e credenciado pelo poder público, seja por contratação orgânica ou de forma terceirizada, de modo que esse sistema de segurança operacional assegura ambiente confortável, seguro e de perfeita normalidade e harmonia;
• Haverá a fixação de cursos de aperfeiçoamento de segurança em grandes eventos para vigilantes, supervisores e gestores, prevendo-se duração, conteúdo programático, requisitos, etc;
Quando houver novidades comunicarei.
Att.
Adelar Anderle
Coordenador Geral de Controle de Segurança Privada
Departamento de Polícia Federal
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Você já fez sua inscrição para o I Workshop de Segurança Empresarial?
Se ainda não fez, não perca mais tempo.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Empresas de segurança intensificam capacitação
Especializadas em segurança patrimonial, pessoal, eletrônica, escolta, muitas dessas empresas têm focado o treinamento de seus vigilantes para o setor onde há maior fluxo e contato com o público, como é o caso da indústria de shopping centers, que, em 2009, fechou com um faturamento de R$ 71 bilhões, quase 10% a mais do ano anterior, R$ 64,6 bilhões.
Para este ano, a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) prevê um incremento ainda maior, de 12%, nas vendas, que devem se aproximar pelo menos dos R$ 80 bilhões. Não custa lembrar que, entre 2006 e 2008, esse segmento cresceu 28%, além de ser responsável por 18,3% do varejo nacional e por 2% do PIB do País.
Daí a necessidade de intensificar o treinamento comportamental e a reciclagem de vigilantes das empresas de segurança privada, além de uma constante atualização de soluções tecnológicas para monitorar esses locais com câmeras camufladas colocadas em locais estratégicos que não sejam percebidas pelos clientes.
“Ao entrar num shopping, as pessoas precisam ter a sensação de segurança sem perceber que tem alguém que está fazendo isso por elas”, diz Flavio Sandrini, superintendente da Verzani & Sandrini Segurança, que tem uma carteira de 44 shoppings entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ele conta que a empresa, que atua no mercado há 18 anos, tem investido, em média, 2% de seu faturamento em treinamento e reciclagem de seus mais de 3 mil vigilantes, alem de compra de tecnologia. O executivo preferiu não quantificar quanto a empresa gasta nesse programa. “Em meados do ano passado, fomos a primeira empresa do Brasil a adquirir uma arma não letal para nossos vigilantes”, diz Sandrini.
Com a proliferação de shopping centers no país e a demanda por segurança privada, a Verzani & Sandrini estima crescer este ano pelo menos 15%, metade do verificado antes da crise global.
A Gocil, uma das maiores e mais antigas empresas nesse setor, com mais de 10 mil vigilantes espalhados em SP, RJ, PR, SC e RS, diz estar investindo mais de R$ 4 milhões por ano apenas em treinamento desse contingente. “A melhor forma de fazer segurança em locais com alto fluxo de pessoas é a conjugação de homens capacitados e bem treinados com alta tecnologia”, diz Washington Umberto Cinel, presidente da Gocil. De acordo com ele, a empresa, há 25 anos no mercado, treina e capacita seus vigilantes pelo menos uma vez a cada 120 dias. “Só no decorrer deste ano, já foram mais de 7,3 mil horas de treinamento”, afirma Cinel.
A Provise, com 3 mil funcionários na área de vigilância, tem investindo R$ 500 mil nos últimos dois anos em treinamento e reciclagem de vigilantes e em tecnologia. “Parte desse treinamento é feita, inclusive, nos Estados Unidos, onde existe o melhor em tecnologia de segurança e vigilância”, diz Alberto Khzouz, sócio presidente da empresa, que atua no mercado há 16 anos no eixo São Paulo e Rio.
A Provise é outra que vem crescendo 30% ao ano, mesmo num mercado altamente competitivo. Para Khzouz, entretanto, a forma mais moderna e efetiva de fazer segurança em locais de altíssimo fluxo de pessoas é começar por um projeto de gerenciamento de risco antes mesmo de o shopping ser erguido. “Antes de determinar o tipo de equipamento e o número de seguranças que serão alocados nesse ou naquele lugar, é necessário medir os riscos”. De acordo com ele, essa “cultura” de segurança ainda é uma deficiência no Brasil por ter custo elevando, mas acaba saindo “de graça” se for planejado juntamente com o projeto de construção de um shopping, por exemplo. Embora diga ser difícil precificar, já que depende do tamanho do empreendimento e do fluxo de pessoas, Khzouz diz que o objetivo de um projeto deve ser o de passar pelo conceito de diminuir os riscos desde o princípio.
Fonte: Valor Econômico de 29/06/2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Pesquisa aponta expectativas e necessidades do setor de serviços
Entre os dados, apurou-se que 78% dos empregadores investem na qualifi cação da mão de obra cerca de 5% do faturamento bruto da empresa, e que 85% veem na alta carga tributária a grande vilã nos empecilhos ao desenvolvimento do setor.
Quase 70% das prestadoras de serviços trabalham para máquinas de governo, e todas têm contratos na área privada.
Na avaliação do grau de confi ança nos rumos do País, 97% dos pesquisados estão confiantes, tendo havido aumento de 30,2% na comparação com março na questão da absoluta confiança, e queda de 30% entre os que estavam apenas confiantes.
O resultado das eleições vai interferir nos negócios para 91% dos entrevistados: pouca influência para 28%; média para 25%; alta para 16% e total infl uência para 22% deles. Regulamentação da terceirização Maior bandeira dos empresários prestadores de serviços em todo o Brasil, a instituição de um marco regulatório para a modalidade da terceirização traria incremento nos negócios para 87,5% dos empresários entrevistados.
A segurança jurídica a se oportunizar com a medida, pelo Congresso Nacional, incrementaria os negócios na média de 5%, na opinião de 41% desses prestadores. Um quarto deles prevê incremento de 1% a 3% e quase 10% apostam em 8% na expansão dos negócios.
Doze e meio por cento dos entrevistados não souberam responder à questão, enquanto a mesma quantidade indica incremento de 10% dos negócios, com a regulamentação.
A íntegra da pesquisa pode ser acessada pelo www.cebrasse.org.br
Fonte Clipping: Cebrasse
LINK PARA PESQUISA:
http://www.cebrasse.org.br/pesquisa_setor_servicos.php
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos.
Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos.
Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento.
"O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF.
Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada.
Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas. Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz.
Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime organizado."
terça-feira, 18 de maio de 2010
PMs são 40% dos vigias irregulares
MAI 18
De cada 10 casos de segurança ilegal que a Polícia Federal confirmou no ano passado no DF, quatro envolviam policiais militares que faziam vigilância em estabelecimentos comerciais. Atividade, antiga, foi vetada por meio de uma portaria da corporação
A portaria assinada pelo comandante da Polícia Militar, Ricardo da Fonseca Martins, autorizando os membros da corporação a fazer bicos não ecoou bem na sociedade. A repercussão negativa do caso fez com que o oficial voltasse atrás e editasse a regulamentação um dia após dar o seu veredito. Em uma nova avaliação, ficou estabelecido que não serão permitidas atividades extras no âmbito da vigilância privada, o que já era proibido, mesmo antes de a polêmica discussão vir à tona. Porém, essa ilegalidade parece não inibir alguns donos de estabelecimentos comerciais do Distrito Federal. A pedido do Correio, a Polícia Federal fez um levantamento da quantidade de PMs atuando como vigilantes. Os números mostram que de, cada 10 casos de segurança ilegal que a Delegacia de Controle de Segurança Privada (Delesp) da PF confirmou no ano passado, quatro se referiam a PMs exercendo atividade clandestina em horário de folga.
Os dados de 2008 não estão computados, mas, somente em uma operação em agosto daquele ano, batizada de Varredura, a delegacia fiscalizou mais de 500 estabelecimentos comerciais no DF em apenas um dia. Desses, 99, ou 20%, receberam autos de infração porque havia segurança privada clandestina, incluindo a participação de policiais militares. Este ano, a Delesp já recebeu 34 queixas, mas ainda não é possível saber quantas, de fato, são atribuídas a PMs.
O chefe da unidade, delegado Flávio Maltez Coca, alerta que contratar essa mão de obra para resguardar o patrimônio configura crime de exercício ilegal da profissão e o contratante pode ser penalizado com multa ou até mesmo responder criminalmente pelo ato. “A primeira providência que tomamos ao confirmarmos uma denúncia como essa é cessar o serviço clandestino imediatamente. Nós orientamos o proprietário a regularizar a situação e indicamos todos os passos. Se ele reincidir, pode ser multado ou até mesmo ser coautor de um crime. Os prejuízos são muitos e não vale a pena arriscar”, recomendou Coca.
Já o policial militar que estiver no posto irregularmente será conduzido à delegacia mais próxima e assinará um Termo Circunstanciado (quando o crime é de menor potencial ofensivo). Sua situação será levada ao conhecimento da Corregedoria da PM. “Fazemos um trabalho de campo bastante criterioso antes da abordagem, pois muitas denúncias não se confirmam. Às vezes, pode se tratar de um comerciante querendo prejudicar o concorrente e temos que fazer um serviço de checagem mais cuidadoso”, completa Coca.
Pouca mudança
Para o secretário-geral do Sindicato dos Vigilantes do DF, Moisés Alves da Consolação, a retificação da portaria assinada pelo comandante da PM na primeira semana deste mês não culminará em mudanças práticas. “Há muito tempo que policiais fazem isso (segurança privada) e a PM sempre fez vista grossa. Não vai ser agora que vai mudar a postura. Não vão fiscalizar e muito menos punir. Eu quero que eles me apresentem um policial militar que foi punido por fazer vigilância privada no DF”, desafiou Moisés.
No ano passado, um levantamento feito pela equipe de fiscalização da entidade sindical identificou 295 pontos em que haviam PMs atuando como vigias, mas, segundo Moisés, os números nem de longe refletem a realidade. “Temos uma equipe limitada que, mesmo assim, conseguiu flagrar quase 300 casos, mas sabemos que esse número é insignificante. Estimamos que haja pelo menos uns 700 policiais ocupando a posição de vigilantes formados”, estima.
O mapa mostra que as cidades do DF são as que mais absorvem essa mão de obra clandestina. Samambaia é a região administrativa onde, segundo o sindicato, existem mais policiais militares exercendo a atividade ilegal: 33 no total. Taguatinga aparece logo atrás, com 24, seguida do Gama (21) e de Planaltina (20).
Tolerância será zero
O chefe do Departamento de Comunicação Social da PMDF, coronel Carlos Alberto Teixeira, rebateu as acusações do sindicalista e garantiu que o comando não será tolerante nem corporativista com o policial flagrado extrapolando suas atribuições. De acordo com ele, a punição para esse tipo de conduta pode ir desde uma simples advertência verbal até a demissão do serviço público. “O comando já deixou claro o que pode e o que não pode. Quem não se enquadrar responderá a um processo administrativo e, dependendo da gravidade da situação, poderá ser demitido da corporação”, alertou o oficial.
Não é de hoje que a profissão de vigilância privada é motivo de discussão. Em fevereiro de 2002, diante das inúmeras denúncias de PMs trabalhando como vigias em todo o Brasil, o Ministério da Justiça baixou uma resolução(1)
No entendimento do especialista em segurança pública Antônio Testa, da Universidade de Brasília (UnB), o policiamento poderia ser mais presente nas ruas se a escala de serviço dos PMs fosse alterada. Hoje, a escala de plantão permite ao policial ficar até três dias em casa. “Defendo uma alteração na escala de serviço. Lógico que isso deve ser feito baseado em um estudo. É impossível alguém trabalhar com qualidade 24 horas seguidas. Ele (o policial) vai para casa muito desgastado, descansará oito, 10 horas e, no tempo ocioso, vai procurar algo para fazer. Muitos optam por complementar a renda com o serviço extra. Talvez uma escala em que ele trabalhasse 12 horas e folgasse apenas dois dias seria mais viável e daria à população mais sensação de segurança”, analisou Testa. (SA)
1 - Normas
A Resolução nº 4, de 20 de fevereiro de 2002, estabelece diretrizes de procedimentos a serem adotados pela Polícia Militar em relação às atribuições legais. No seu artigo 4º, recomenda-se aos estados e ao Distrito Federal que não utilizem o efetivo policial em atividades de segurança patrimonial, em serviços de vigilância e proteção a prédios públicos.
Balanço
Em 2009, a Delesp recebeu
235 denúncias
sobre segurança clandestina no Distrito Federal. Dessas, 112 foram confirmadas após as investigações, sendo que 45 se tratavam de policiais militares.
Durante operação,
20%
dos 500 estabelecimentos comerciais vistoriados utilizavam segurança clandestina.
No Distrito Federal,
R$ 4 mil
é o salário inicial de um soldado da Polícia Militar.
recomendando aos comandantes que não permitam que a tropa realize esse tipo de atividade.
“É possível estabelecer uma troca de experiências que te enriquece em todos os sentidos e contribui nas duas funções”
Nelson Gonçalves, coronel da PM e também professor universitário
Complemento para a renda
O coronel da PM Nelson Gonçalves há 23 anos ministra aulas em faculdades. Ele já trabalhou tanto em regime de escala de plantão quanto em expediente e garante que sempre conseguiu administrar bem a dupla jornada. No caso de Nelson, mesmo antes de a portaria ser publicada, não havia nenhuma ilegalidade em trabalhar como militar e docente, pois a corporação já permitia que o PM acumulasse funções de professor e médico, desde que a prioridade fosse a farda.
Para o oficial, as profissões se complementam. “Na atividade de docente, você pode aplicar muito do que é estudado nas ruas. Assim como nas ruas, você capta informações que podem ser relevantes para os alunos. É possível estabelecer uma troca de experiências que te enriquece em todos os sentidos e contribui nas duas funções”, avalia Nelson, que faz questão de destacar que o comando está correto em vetar o bico de vigilante a PMs. “É uma função incompatível com o cargo de policial militar”, frisa.
No entanto, casos como os de Nelson ainda são minoria. A renda extra de grande parte dos militares que trabalham quando não estão fardados vem de serviço complementar em estabelecimentos comerciais e até mesmo em templos religiosos. É o caso do sargento Ronaldo (nome fictício). Há dois anos, ele trabalha como supervisor de segurança de um banco. Graduado, tem consciência de que a atividade é irregular, mas alega que o padrão de vida na capital exige que se tenha outro emprego, mesmo que informal.
“É verdade que o salário da polícia de Brasília é o melhor do país, mas quem tem três filhos, que é o meu caso, tem que fazer outra coisa se quiser colocá-los em uma escola boa, pagar plano de saúde e faculdade para a esposa. São muitos gastos que comprometem boa parte do salário pago pela polícia”, justifica. O policial diz que o bico rende por mês quase R$ 4 mil. Seu salário na Polícia Militar como terceiro-sargento é de R$ 5.227. “O salário da PM é só para pagar as despesas. O conforto à família eu dou com o dinheiro do bico”, encerra. (SA)
Entenda o caso
Sem restrição
No último dia 5, o Correio mostrou com exclusividade que o comando da Polícia Militar do DF autorizava sua tropa a exercer atividades extras nos horários vagos. No entanto, a portaria não vetava nenhum caso.
O Ministério Público recomendou que o texto fosse revisto. Após ser duramente criticado por entidades que representam empresas de segurança privada, o coronel Roberto da Fonseca Martins, comandante da corporação, editou a norma e vetou que PMs trabalhassem como vigilantes.
Fonte Clipping: Fenavistsegunda-feira, 17 de maio de 2010
Seg. Pública – FBI apresenta no Rio sistema de segurança virtual
O Consulado Geral dos Estados Unidos e o FBI promoverão, na sexta-feira, uma apresentação sobre o Comando Central de Informação Virtual (“Virtual Command Center”), uma rede virtual global distribuida pelo FBI para todos os níveis de agências policiais, justiça criminal e comunidades da segurança pública nos EUA e em todo o mundo.
A rede virtual, que é oferecida sem custos, é um sistema de acesso “em qualquer lugar a qualquer hora” diretamente na internet, sem necessidade de software, proporcionando disseminação de informações de forma segura. O Comando Central de Informação Virtual é usado para apoiar investigações, além de mandar notificações e alertas. O sistema também funciona como ferramenta de acesso remoto a uma grande variedade de informações e de inteligência policial.
A rede poderá ser de grande utilidade às agências brasileiras de segurança pública, já que o país se prepara para sediar dois importantes eventos internacionais: a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O Comando Central de Informação Virtual já foi usado de forma eficaz em diferentes eventos mundiais e Olimpíadas anteriores. As apresentações no Rio serão feitas pelo FBI sob a supervisão do Adido do FBI para o Brasil, David Brassanini.
- Em uma questão de segundos, o Comando Central de Informação Virtual permite que seus usuários recebam, analisem e disseminem dados cruciais relacionados à segurança pública - afirma Brassanini.
Fonte Clipping: Viasegsexta-feira, 14 de maio de 2010
Armas – O controle das armas de fogo
MAI 12
Criado há dez anos com o objetivo de influir na formulação de políticas de segurança pública, o Instituto é uma organização de interesse público (Oscip) que estimula as instâncias governamentais a adotar boas práticas policiais. A entidade também atua junto a prefeituras, ajudando-as a desenvolver programas de prevenção da violência, e a comunidades situadas em áreas carentes e problemáticas, como o bairro do Jardim Ângela, na capital, e a periferia de Diadema, no ABC, estimulando-as a adotar mecanismos de resolução pacífica de conflitos.
Com a diminuição do número de armas em circulação, por causa do Estatuto do Desarmamento, era inevitável que os criminosos passassem a contrabandeá-las ou a subtraí-las de vigilantes das empresas de segurança. As armas mais utilizadas por esses profissionais são os revólveres de calibre 38 ? preferidos pelos bandidos para crimes comuns. Já o crime organizado tem interesse em fuzis e outras “armas longas”, que costumam ser utilizadas pelas escoltas que atuam no transporte de valores e de cargas.
Há cerca de 1,1 milhão de vigilantes no País, 350 mil dos quais trabalhando em empresas de segurança e transportes de valores devidamente registradas na Polícia Federal (PF). Contudo, como existem muitas empresas não cadastradas, montadas de forma irregular por delegados e agentes policiais, esse número é bem maior. “Para cada funcionário de uma empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares”, afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do sindicato patronal da categoria.
O controle das armas é de responsabilidade da Polícia Federal. Segundo as estimativas oficiais, hoje existem cerca de 8,1 milhões de armas em circulação no País. Apesar das restrições impostas pelo Estatuto do Desarmamento, só em 2009 foram concedidos 1.256 portes de armas de fogo. A incapacidade da PF de exigir mais rigor das empresas de segurança e vigilância é um dos lados do problema. O outro está na estrutura da máquina governamental, cujos diferentes órgãos não se comunicam entre si. Até hoje, por exemplo, a PF e o Exército não dispõem de dados interligados sobre armas de fogo, o que prejudica o trabalho de combate aos crimes difuso e organizado.
Os técnicos do Instituto Sou da Paz também afirmam que, além de mudanças urgentes na administração pública, é preciso reformar o próprio Estatuto do Desarmamento. Os seis anos de vigência dessa lei mostraram que ela contém brechas que facilitam o desvio de armas para o crime organizado. Entre os colecionadores e atiradores esportivos, segundo estimativas oficiais, há 154 mil armas em circulação ? quase metade dos arsenais de todas as Polícias Militares do País.
O Instituto estima que, como os dados dessas pessoas são de difícil acesso, nem o Exército nem os órgãos policiais têm condições de saber como essas armas estão sendo usadas. A pesquisa do Instituto Sou da Paz registra o caso de um colecionador que fornecia armas de fogo para o crime organizado.
Enquanto os especialistas defendem o endurecimento do Estatuto do Desarmamento, no Congresso tramitam vários projetos que preveem a concessão de porte de armas a advogados, educadores sociais e até a moradores de bairros violentos.
Para os técnicos do Instituto Sou da Paz, se forem aprovados eles poderão anular quase tudo o que o se conseguiu com a política de desarmamento adotada há seis anos.
Fonte: O Estado de São Paulo
terça-feira, 11 de maio de 2010
Seg. Pública – Policiais não devem fazer bicos, defendem entidades
MAI 10
Ministério Público, Polícia Federal e entidades de classe se manifestaram ontem contra o estudo do governo do Estado de permitir que policiais civis e militares trabalhem como seguranças privados durante a folga, fazendo os populares “bicos”.
Em artigo divulgado à imprensa, o promotor Sidney Dalabrida avisa que, se a proposta for implementada, vai questionar o assunto na Justiça. Na avaliação dele, qualquer pessoa pode perceber que a função pública de um policial é inconciliável com a atividade de segurança privada.
No texto, Dalabrida afirma que o período de descanso serve como garantia de eficiência no trabalho, defende reajustes nos salários e considera a permissão do bico uma tentativa de comprar o tempo livre de policiais civis e militares com dinheiro da iniciativa privada.
O promotor entende que a proposta abre uma porta para o uso indevido dos servidores de segurança, beneficiando alguns grupos e prejudicando a sociedade. Ele classifica de lamentável a medida e argumenta que, por interferir no descanso dos profissionais, a possibilidade afronta princípios constitucionais, incluindo o valor máximo do Estado democrático: a dignidade humana.
Em um manifesto, o delegado de Segurança Privada da Polícia Federal em Santa Catarina, Ildo Rosa, também levanta questões legais. Cita a Lei 7102/83, que controla a atividade de segurança privada, e a portaria federal 387/2006, que atribui à Polícia Federal a regulação do setor em todo o país, como exemplo de legislações que seriam desrespeitadas.
Ildo declara que as justificativas da proposta partem de uma realidade desconhecida da sociedade – a existência de tempo ocioso dos policiais.
O presidente da Federação dos Vigilantes de Santa Catarina, Matias José Ribeiro, disse que são 64 mil trabalhadores no setor no Estado. Estudos da PF indicam que, para cada funcionário legal, há outro que trabalha ilegalmente. Com medo de perder empregos, a entidade repudiou a proposta em manifesto da categoria.
Na avaliação da Associação dos Praças, a liberação do bico seria interessante para as empresas por ter um policial fardado à disposição.
Mas a medida atenderia quem tem dinheiro, enquanto a população carente ficaria desamparada. A associação questiona o valor do salário dos soldados divulgado pelo governo do Estado (R$ 2,2 mil).
A entidade diz que esse valor engloba benefícios extras e que o rendimento-base é de R$ 1,4 mil.
Fonte Clipping: Viaseg
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Organização, distribuição de funções e uso de armas potentes desafiam a polícia
Do R7
Em São Paulo, quadrilhas especializadas em assalto a bancos agem com uma frequencia cada vez maior. Os assaltantes usam armas mais potentes do que a Polícia Militar e invadem as agências bancárias em poucos minutos.
Em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, as câmeras de segurança registraram a ação de 17 homens que levaram R$ 120 mil reais em apenas sete minutos.
As imagens mostram a divisão da ação – dois carros se aproximam da agência, enquanto alguns homens fazem a segurança do lado de fora, com metralhadoras e fuzis, e outros invadem o banco.
Apesar da agência invadida estar localizada a apenas cem metros do local do crime, a polícia só chega 17 minutos após a saída dos assaltantes.
Segundo o delegado Eduardo Queirós se trata de uma "quadrilha especializada, cada um tem a sua função".
Confira a matéria na integra em: http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/quadrilhas-usam-tatica-de-guerra-para-assaltar-bancos-20100509.html
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
VENDEDOR MOTIVADO

Atuar com vendas é algo motivador, delicado e que proporciona o desenvolvimento constante de novas estratégias de abordagem, negociação e fidelização. Exige que o profissional conheça cada vez mais seus clientes e serviços e possa agregar valor durante a negociação, na venda, pós-venda e em todas as demais áreas correlacionadas ao processo.
Em um mercado repleto de opções deve-se tentar estreitar o relacionamento com o cliente para que se consiga obter uma preferência inicial, uma lembrança, pois torná-lo fiel é quase impossível, mas para vir a ser a referência ou a preferência de fechar o contrato basta empenho, dedicação, interesse, pró-atividade, qualidade dos serviços, atenção especial, bem como mensurar constantemente qual a percepção de satisfação existente.
Algumas empresas confundem fidelizar com “aprisionar”. Oferecem condições supostamente interessantes aos clientes (preços), mas não qualidade. Um dos meus companheiros professor, na universidade, gostava de dizer, ao ouvir um comentário inteligente de algum aluno, que a turma era homogênea, mas alguns eram mais homogêneos do que outros.
Era uma maneira sutil de elogiar alguns, sem desmerecer os outros, da mesma forma, os meus artigos tecnicos são bastante homogêneos, mas alguns são especiais, este artigo é sem dúvida muito importante – afinal de contas, é para nos que somos todos vendedores.
Neste espaço, tenho tentado intercalar assuntos sérios e motivacionais, e noto claramente que os temas motivação e seriedade são muito populares e fazem sucesso, é só verificar a quantidade de e-mails que recebo quando faço um artigo falando sobre a persistência das formigas malditas (Lula e sua trupe) ou sobre a teoria moderna dos portfólios, acho que o segredo, como tudo na vida, é o equilíbrio, a vida de quem trabalha com vendas nunca é muito equilibrada, mas nem por isso devemos deixar de buscá-lo, assim como a excelência, a perfeição ou a qualidade total, são objetivos difíceis de alcançar, mas só a tentativa já faz de você um ser humano melhor.
Meu falecido amigo Jorge Milek, dizia, que um bom vendedor deve ter cinco orgulhos na vida:
Orgulho de ser quem você é – A auto-estima é fundamental para quem quer ter sucesso em vendas.
Orgulho dos serviços que você representa – Um vendedor só consegue ser realmente convincente quando ele mesmo gosta e acredita no que vende.
Orgulho da empresa que você representa – Vestir a camisa é fundamental. Um grupo unido é muito poderoso e eficaz.
Orgulho de ser um profissional de vendas – Vendedor sim, senhor.
Orgulho de ser brasileiro – Quem faz o Brasil andar para frente? Quem é que movimenta a economia, cria riquezas e ajuda o País a crescer? Nós, vendedores.
Sergio Mansilha.
sergio@mansilha.com.br
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
CUIDADOS COM DOCUMENTOS PESSOAIS E CARTÕES DE CRÉDITO.
2. Ponha seu número de telefone de trabalho em seus cheques em vez de seu telefone de casa. Se você tiver uma Caixa Postal de Correio use esta em vez de seu endereço residencial. Se você não tiver uma Caixa Postal, use seu endereço de trabalho. Ponha seu telefone celular ao invés do residencial.
3. Tire Xérox do conteúdo de sua carteira. Tire cópia de ambos os lados de todos os documentos, cartão de crédito, etc. Você saberá o que você tinha em sua carteira e todos os números de conta e números de telefone para chamar e cancelar. Mantenha a fotocópia em um lugar seguro. Também leve uma fotocópia de seu passaporte quando for viajar para o estrangeiro. Sabe-se de muitas estórias de horror de fraudes com nomes, CPF, RG, cartão de créditos, etc... roubados.
4. Para cancelar com mais facilidade os cartões de crédito tenha os números de telefone gratuitos e os números de cartões à mão, assim você sabe quem chamar. Mantenha estes onde você os possa achar com facilidade.
5. Registre um Boletim Policial de Ocorrência (BO) imediatamente na jurisdição onde seus cartões de crédito, etc., foram roubados. Isto prova aos credores que você tomou ações imediatas, e este é um primeiro passo para uma investigação (se houver).
6. Informe imediatamente o SPC e SERASA e outros órgãos de crédito (se houver) para pedir que seja colocado um alerta de fraude em seu nome e número de CPF. O alerta serve para que qualquer empresa que confira seu crédito saiba que sua informação foi roubada, e eles têm que contatar você por telefone antes que o crédito seja aprovado.
sábado, 12 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Empresas de segurança e vigilância devem pagar taxa de renovação de registro de armas.
sábado, 8 de agosto de 2009
Advogados trocam acusações sobre papel de Blackwater no Iraque.
Em um tribunal norte-americano na cidade colonial de Alexandria, advogados estão trocando acusações -inclusive de contrabando de armas, ameaças de morte e ódio ao islamismo- sobre um dos momentos mais traumáticos da guerra do Iraque.
O alvo de muitas das acusações é a Blackwater, empresa de segurança privada hoje conhecida como Xe, que perdeu sua licença para operar no Iraque após 17 iraquianos serem mortos em um tiroteio na praça Nisour, em Bagdá.
Enquanto o Departamento de Justiça americano acusa de homicídio cinco antigos prestadores de serviço da Blackwater no Texas, o caso na Virgínia é civil, promovido a partir de acusações de sobreviventes e das famílias enlutadas, contra a própria Blackwater.
Nos últimos dias, os argumentos do caso de Virgínia foram ofuscados por dois depoimentos anônimos de cidadãos americanos que, em nome dos querelantes, alegam terem testemunhado crimes cometidos pela Blackwater e seu fundador, Erik Prince. Este deixou o cargo de diretor executivo neste ano, mas ainda é membro do conselho.
"Cidadão 1" diz ter entrado na Blackwater depois de ser liberado do serviço aos marines. Ele explica porque preferiu ficar anônimo: "Temo a violência contra mim em retaliação por submeter esta declaração... descobri com meus colegas da Blackwater e com antigos colegas que pessoas forneceram ou planejavam fornecer informações sobre Erik Prince e a Blackwater foram mortas em circunstâncias suspeitas."
"Cidadão 2" já faz acusações diretas: "Em várias ocasiões após minha partida do serviço do Sr. Prince, seus administradores me ameaçaram pessoalmente de morte e violência".
A empresa com base na Carolina do Norte não respondeu a pedidos de esclarecimentos.
Entretanto, em um memorando levado ao tribunal nesta semana em apoio à moção dos réus para limitar os comentários extrajudiciais dos promotores, seus advogados chamaram os documentos de "afirmativas obscenas que, mesmo que fossem verdadeiras, seriam absolutamente irrelevantes para qualquer questão diante deste tribunal". Além disso, denunciaram a "campanha para que este caso seja julgado pela mídia e o impacto resultante prejudicial para os potenciais jurados".
O memorando acrescenta: "A promotoria simplesmente se envolveu em uma campanha organizada para fomentar a cobertura da imprensa das alegações inflamatórias e não substanciadas contidas nos depoimentos dos 'cidadãos'."
Em seu depoimento, "Cidadão 1" alega que a Blackwater usou sacos de ração para contrabandear armas para o Iraque e "sabia que parte de seu pessoal usava de força excessiva, injustificada e fatal intencionalmente" e não fez nada para detê-los. Ele conta três incidentes nos quais os funcionários da Blackwater atiraram sem motivo contra carros iraquianos, com resultados fatais. Ele disse que os incidentes foram filmados, mas que os funcionários da empresa apagaram as fitas.
"Cidadão 2" alega que Prince operava uma rede de empresas para "esconder as contravenções, fraudes e outros crimes... de forma a evitar a detecção de esquemas de lavagem de dinheiro e de evasão de impostos". Ele acrescenta que Prince se "considera um cruzado cristão com a tarefa de eliminar os muçulmanos e a fé islâmica do mundo e que enviou intencionalmente determinadas pessoas que compartilhavam sua visão de supremacia cristã ao Iraque, sabendo e querendo que esses homens usassem todas as oportunidades disponíveis para matar os iraquianos".
Em uma observação bizarra, o depoimento do "Cidadão 2" diz: "Muitos desses homens usavam sinais dos Cavaleiros Templários, guerreiros que lutaram nas cruzadas". Além disso, o documento refere-se à "troca de mulheres e um círculo sexual" dirigido pelas "operações da Carolina do Norte do Sr. Prince".
Os réus -inclusive empresas da Blackwater e o próprio Prince- argumentaram que os querelantes não têm evidências e usam "alegações sensacionalistas e sem fundamentos" para induzir os jurados a preconceitos.
Tradução: Deborah Weinberg
terça-feira, 28 de abril de 2009
PROJETO DE LEI INCLUI GASTOS COM SEGURANÇA PESSOAL NA DEDUÇÃO DO IR
De acordo com a proposta, poderão ser deduzidos valores pagos por serviços de segurança privada e pela aquisição e instalação de aparelhos, equipamentos ou dispositivos de segurança de uso permitido, utilizados na residência do contribuinte.
O limite anual para as deduções com despesas de segurança, segundo o projeto, será de R$ 7 mil. A proposta prevê que a nova regra produzirá efeitos a partir de 1º de janeiro do ano posterior ao de publicação da lei.
Violência descontrolada
O deputado citou a Pesquisa de Opinião Pública Nacional da Confederação Nacional do Transporte (CNT/Sensus), realizada em julho de 2007, para ressaltar que 76,1% dos entrevistados avaliaram que a violência e a criminalidade no País estão fora de controle das autoridades.
Renato Molling destacou também o aumento dos índices de violência no Brasil revelado pelo estudo "Desenvolvimento e experiências nacionais selecionadas: percepções com base nos indicadores comparativos internacionais", divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) em novembro de 2008.
No estudo, foram comparados Brasil, Alemanha, Argentina, China, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, Índia, México, África do Sul e Rússia no período de 1990 a 2005. O estudo constatou que o Brasil é o país mais violento, com 4,69 homicídios por 100 mil habitantes, superior à taxa de 2,84 da África do Sul, segunda colocada.
Despesas elevadas
Segundo o parlamentar, "essa realidade tem levado muitos brasileiros a despender elevadas quantias com autoproteção - grades, alarmes, blindagem -, e com segurança privada especializada, para protegerem a sua integridade".
Ele lembrou que outro estudo do IPEA estimou em R$ 92,2 bilhões o custo da violência no País, dos quais R$ 31,9 bilhões foram arcados pelo setor público e R$ 60,3 bilhões pelo setor privado.
O deputado destaca ainda que há um "comprometimento da capacidade contributiva do cidadão, decorrente da dificuldade de o Estado prevenir satisfatoriamente a violência e a criminalidade em nosso País". Por esse motivo, ele considera justa a inclusão das despesas com segurança nas deduções permitidas para o IRPF.
Tramitação
O projeto tramita emcaráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
terça-feira, 14 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
Análise Patrimonial
Um sistema de segurança, por mais sofisticado que o seja, estará suscetível a falhas se não houver um trabalho preliminar de gerenciamento e prevenção de riscos. Este trabalho inicia com o levantamento de possíveis riscos à organização (pública ou privada), ou seja, a análise de risco.
Existem organizações onde a segurança fica limitada apenas ao controle de fluxo de visitantes e/ou tarefas de portaria, mas a parte denominada patrimonial engloba muitas tarefas (segurança de instalações, pessoal, valores, informações, inteligência empresarial etc.) e exige profissionais adequadamente preparados (Vigilantes).
A análise de risco é o alicerce para o planejamento da segurança e implica inicialmente na identificação dos perigos, nos motivos destes existirem dentro da empresa e em quais condições podem ser concretizados. Com base na análise de risco pode-se tomar decisões de caráter preventivo ou contingencial, uma vez que essa avaliação, que inclui o ambiente interno e o cenário externo, fornece dados bastante completos e estima as probabilidades de os eventos ocorrerem.
A compreensão da origem do perigo é imperiosa para a eficácia no tratamento, ou seja, para a priorização que a empresa dedicará para mitigar aquela eventualidade. É necessária uma visão holística dos riscos, e após o entendimento das causas que levaram aos riscos encontrados, pode-se estimar a probabilidade de ocorrência e o impacto que as situações negativas causam, para, a partir disso, sugerir medidas eficazes para combatê-las e planejar o melhor plano de ação.
sábado, 21 de março de 2009
PARTICIPANTES
QUEM SOMOS
- INTERAÇAO - CONSULTORIA E PLANEJAMENTO
- Sáo José, Santa Catarina
- Empresa especializada na elaboração de projetos, normas e procedimentos de segurança empresarial



